{"id":17725,"date":"2026-01-02T13:51:34","date_gmt":"2026-01-02T15:51:34","guid":{"rendered":"https:\/\/radiobanda1.com.br\/portal\/?p=17725"},"modified":"2026-01-02T13:51:34","modified_gmt":"2026-01-02T15:51:34","slug":"janeiro-tera-muita-chuva-e-calor-dentro-da-media-afirma-simepar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radiobanda1.com.br\/portal\/?p=17725","title":{"rendered":"Janeiro ter\u00e1 muita chuva e calor dentro da m\u00e9dia, afirma Simepar"},"content":{"rendered":"<p>Tradicionalmente Janeiro \u00e9 um m\u00eas muito chuvoso e muito quente no Paran\u00e1. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paran\u00e1 (Simepar), em 2026 o primeiro m\u00eas ter\u00e1 volumes de chuva e temperaturas dentro da m\u00e9dia hist\u00f3rica, com as cl\u00e1ssicas tempestades de ver\u00e3o nos per\u00edodos de maior aquecimento. <\/p>\n<p>Em janeiro h\u00e1 o predom\u00ednio de intensas massas de ar quente e \u00famido. Como a atmosfera fica com grande quantidade de umidade, tempestades se formam com frequ\u00eancia. \u201cChuvas mais significativas, mais volumosas, ocorrem entre a tarde e a noite. As tempestades de ver\u00e3o n\u00e3o duram por muito tempo, mas como elas t\u00eam uma grande capacidade de gerar chuva, muitas vezes levam a inunda\u00e7\u00f5es, alagamentos e \u00e0s vezes at\u00e9 enxurradas\u201d, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.<\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es de serra, esse processo \u00e9 intensificado. Por este motivo, \u00e9 comum no Litoral a ocorr\u00eancia de chuvas r\u00e1pidas com volumes de at\u00e9 50 mm, que j\u00e1 ocorreram em dezembro de 2025 e devem ocorrer novamente em janeiro de 2026. Foi o caso do dia 29\/12, quando a esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica do Simepar registrou 65,2 mm em Guaraque\u00e7aba, e de 30\/12, quando a esta\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica da concession\u00e1ria EPR registrou 83,6 mm de chuva no km 10 da BR-277, em Paranagu\u00e1. <\/p>\n<p>\u201cNo interior do estado tamb\u00e9m temos essa condi\u00e7\u00e3o quando aquece bastante. A atmosfera transforma essa energia em nuvens de tempestades, nuvens cumulonimbus, que levam a esses eventos mais severos. E al\u00e9m da chuva, sempre h\u00e1 a condi\u00e7\u00e3o para algum granizo, rajadas de vento mais fortes e incid\u00eancia de raios\u201d, lembra Reinaldo. <\/p>\n<p>Segundo o meteorologista, em janeiro de 2026 n\u00e3o \u00e9 esperado nenhum per\u00edodo de estiagem. As temperaturas seguir\u00e3o os altos valores de m\u00e9dia e, devido a umidade elevada, o c\u00e1lculo de sensa\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica com frequ\u00eancia resultar\u00e1 em valores acima dos registrados nos term\u00f4metros, causando o desconforto do abafamento. <\/p>\n<p>M\u00c9DIAS &#8211; Em janeiro, os dias amanhecem mais quentes, com temperaturas acima de 20\u00b0C, em toda a faixa Oeste, Noroeste, Litoral e nas cidades mais pr\u00f3ximas da \u00e1rea de divisa com S\u00e3o Paulo. As temperaturas m\u00ednimas s\u00e3o mais baixas nos Campos Gerais e Sul do estado, em m\u00e9dia entre 16\u00b0C e 18\u00b0C. No resto do estado, as m\u00ednimas ficam entre 18\u00b0C e 20\u00b0C. <\/p>\n<p>A temperatura m\u00e9dia em janeiro, historicamente, fica acima de 26\u00b0C em Foz do Igua\u00e7u e cidades ao redor. Nas cidades pr\u00f3ximas a Cascavel e Toledo, Maring\u00e1, Londrina, Tel\u00eamaco Borba e Francisco Beltr\u00e3o, a temperatura m\u00e9dia de janeiro historicamente \u00e9 entre 22\u00b0C e 24\u00b0C. \u00c9 mais quente nas outras cidades da faixa Oeste, Norte e Noroeste, com temperaturas entre 24\u00b0C e 26\u00b0C. Na regi\u00e3o de Apucarana, Campos Gerais e Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba (com exce\u00e7\u00e3o da capital), a temperatura m\u00e9dia de janeiro historicamente fica entre 20\u00b0C e 22\u00b0C. As temperaturas m\u00e9dias historicamente em janeiro s\u00e3o mais baixas em Curitiba, General Carneiro e Palmas: entre 18\u00b0C e 20\u00b0C.<\/p>\n<p>As temperaturas m\u00e1ximas em janeiro historicamente ultrapassam os 30\u00b0C no Oeste, Sudoeste, Noroeste, parte norte do Litoral e nas cidades que fazem divisa com o estado de S\u00e3o Paulo. A exce\u00e7\u00e3o \u00e9 Cascavel que, juntamente com as cidades ao redor de Pato Branco, Tel\u00eamaco Borba, parte leste da Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba e parte sul do Litoral paranaense, historicamente em janeiro registram m\u00e1ximas entre 28\u00b0C e 30\u00b0C. As m\u00e1ximas s\u00e3o mais baixas historicamente em janeiro apenas nos Campos Gerais e Sul: entre 26\u00b0C e 28\u00b0C. <\/p>\n<p>O volume de chuvas em janeiro historicamente \u00e9 muito alto. As regi\u00f5es onde menos chove ficam ao redor de Jaguaria\u00edva e de Foz do Igua\u00e7u, com m\u00e9dia de acumulado de chuva entre 100 mm e 125 mm. J\u00e1 na capital, no extremo Oeste, e cidades ao redor de S\u00e3o Mateus do Sul, Pato Branco e Terra Rica, o volume de chuva em janeiro historicamente \u00e9 entre 125 e 150 mm. <\/p>\n<p>O acumulado de chuva \u00e9 mais alto historicamente em janeiro no Litoral, acima de 300 mm. Fica ainda entre 225 e 300 mm na regi\u00e3o ao redor de C\u00e2ndido de Abreu. J\u00e1 na regi\u00e3o ao redor de Maring\u00e1 e Londrina e em cidades pr\u00f3ximas a General Carneiro, Cascavel e Rio Negro, o volume acumulado de chuvas em janeiro historicamente fica entre 200 mm e 225 mm. No resto do estado, a m\u00e9dia de volume acumulado de chuva historicamente \u00e9 entre 175 mm e 200 mm.<\/p>\n<p>Fonte:portalcantu.com.br <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tradicionalmente Janeiro \u00e9 um m\u00eas muito chuvoso e muito quente no Paran\u00e1. 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