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Saúde de Maringá pode perder 34 mil doses de vacinas após falha em geladeiras

Saúde de Maringá pode perder 34 mil doses de vacinas após falha em geladeiras

A Secretaria de Saúde de Maringá, no norte do Paraná, pode perder 34 mil doses de vários tipos de vacinas após falha no funcionamento das geladeiras que mantêm as doses. A Pasta informou que vai abrir uma sindicância para investigar a causa do problema.

Nesta terça-feira (20), não houve aplicação de doses na Sala de Vacinações que fica na sede da Secretaria. Além da Sala de Vacinação, apenas a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Residencial Tuiuti está sem vacinas. Todas as outras UBSs estão vacinando normalmente, conforme a Pasta.

O problema ocorreu durante o último fim de semana na sala de vacinas da Secretaria de Saúde, onde o estoque fica guardado em geladeiras com temperatura controlada, e só foi constatado na manhã de segunda-feira (19), quando os funcionários chegaram e encontraram todos os refrigeradores piscando.

De acordo com o secretário de Saúde Jair Biatto, não houve queda de energia no prédio.

“Até porque, se tivesse tido no prédio, o servidor que estava aqui ele teria percebido essa queda. Então algo aconteceu neste gerador, nesta fiação desta sala onde estão as vacinas, e que foi uma coisa exclusiva daquele local, o que dificultou ainda mais perceber o que estava acontecendo na sala de vacinas”, afirmou.

As vacinas que podem ter estragado estão sendo enviadas pra Curitiba, onde serão avaliadas pela Secretaria Estadual de Saúde.

Novos lotes de reposição já foram solicitados para a 15ª Regional de Saúde. O pedido, de mais 35 mil doses vai custar, segundo a Regional de Saúde, quase R$ 400 mil.

Segundo o secretário de Saúde, por ter causado prejuízo aos cofres públicos, o caso vai ser investigado por uma sindicância interna.

“Para responsabilizar se teve, desde uma falha mecânica, uma falha elétrica do gerador, ou uma falha humana”, detalhou.

Problemas na estrutura da Secretaria de Saúde

A troca da rede elétrica é um dos itens incluídos em um projeto amplo de reforma na Secretaria de Saúde, que fica em um prédio antigo do município. As goteiras estão por toda parte, e o mofo toma conta do teto e das paredes. Além disso, algumas colunas estão rachadas.

Só a Câmara de Vereadores já enviou, desde o ano passado, três pedidos de reforma. A última resposta do secretário de Saúde foi em abril, informando que as obras deveriam começar em agosto. Mas só na segunda-feira foi aberta o processo para licitação da reforma, que vai custar R$ 3,7 milhões.

“Espera-se que nos próximos 90 dias, 120 dias, possa estar de fato começando a obra aqui na Secretaria Municipal de Saúde”, afirmou o secretário.

A sede da Secretaria deve mudar de local no período de execução da obra, que deve levar de seis a dez meses para ficar pronta, conforme Biatto.

Fonte: G1 Paraná.

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