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Mulher reage a assalto e é agredida por suspeito em Maringá; orientação da PM é nunca reagir

Mulher reage a assalto e é agredida por suspeito em Maringá; orientação da PM é nunca reagir

Uma mulher de 28 anos reagiu a um assalto e foi agredida por um dos suspeitos, na manhã desta terça-feira (3), no Jardim Liberdade, em Maringá, no norte do Paraná. Câmeras de segurança registraram o roubo;

A mulher passava a pé pela rua, levando o filho de 8 anos para a escola. Os suspeitos estavam parados em uma esquina, ambos usando capacete – um deles estava na motocicleta e outro em pé, na calçada.

Assim que ela passa com o filho, o homem que estava em pé vai atrás dela. Não é possível ver o momento em que ele pega a bolsa. Ele sai correndo e, quase ao mesmo tempo, o outro homem dá a partida na moto.

A mulher tenta parar a moto, mas não consegue. Em seguida, o outro suspeito bate nela com a bolsa. Ela continua correndo atrás dele e é agredida de novo.

A vítima, que preferiu não ser identificada, contou que, apesar de não aparecer nas imagens, ela chegou a cair.

“Na hora que ele correu, eu tentei segurar ele ainda, logo depois que ele tentou me acertar com a bolsa, eu tentei segurar ele ainda, mas tinha umas pedras na rua, que eu escorreguei e caí. Aí ralei o joelho, o braço, a mão”, afirmou.

O suspeito continua correndo e consegue subir na moto. A mulher ainda correndo atrás deles, sem conseguir recuperar a bolsa.

“Eu tentei pegar a bolsa de volta, né? Meio que lutei com eles lá para conseguir a bolsa, meu filho tava do outro lado da calçada e ficava gritando: “Para, mãe! Para, mãe! Não, mãe”, disse.

Ainda de acordo com a vítima, ela ficou preocupada com os documentos que estavam na bolsa.

“No momento assim não pensei em muita coisa, só em pegar o que eu tinha na bolsa, minha preocupação maior eram meus documentos. Sei lá, queria pegar o que era meu ali também, que a gente trabalha para receber as coisas e levar assim? Documento, cartão, levou tudo”, lembra.

Além de documentos e cartões, ela afirmou que na bolsa estavam o telefone celular, uma marmita e o cartão do transporte coletivo.

Depois de ver as imagens, ela disse que ficou com medo. “Agora eu vi, agora que bateu mais o medo, assim, de ter acontecido alguma coisa comigo, com meu filho. Mas no momento eu não pensei”, afirma.

A vítima contou que sabia de outros assaltos que ocorreram na região, mas que não acreditava que fosse acontecer com ela, relatando um sentimento de impotência.

“Uma impotência de não poder fazer nada e ver suas coisas indo”, lamenta.

A mulher disse que ficou no local, entrou em contato com a PM e fez o boletim de ocorrência.

A Polícia Civil informou que está tentando identificar os suspeitos.

PM orienta a não reagir

A orientação da Polícia Militar (PM) é nunca reagir a assaltos, pois a prioridade é proteger a vida. Após o crime, é importante que as vítimas chamem a polícia, que vai registrar um boletim de ocorrência e fazer buscas pelos suspeitos.

Ainda de acordo com a PM, o boletim de ocorrência é registrado no sistema e encaminhado para a Polícia Civil, que é responsável pela investigação de crimes.

Fonte: G1 Paraná.

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