Olá ! Sejam Bem Vindos | TELEFONE: (44) 3035-7476

HomePortal de NotíciasInvestigação sobre as mortes de Miss Altônia e empresário completa seis meses sem solução

Investigação sobre as mortes de Miss Altônia e empresário completa seis meses sem solução

Investigação sobre as mortes de Miss Altônia e empresário completa seis meses sem solução

A investigação sobre as mortes da Miss Altônia, no noroeste do Paraná, Bruna Zucco, de 21 anos, e do empresário Valdir Brito Feitosa, de 34 anos, completou seis meses sem solução e nenhuma prisão. Os corpos deles foram encontrados carbonizados, em 22 de março de 2018.

Mesmo assim, o delegado Reginaldo Caetano diz ter “avançado bastante” no caso, que está sob sigilo.

“Por enquanto não podemos revelar detalhes da investigação porque naturalmente deve prejudicar o resultado”, afirma.

A autoria do crime e o motivo ainda não foram revelados pela polícia, que garante ter suspeitos identificados.

A linha de investigação, segundo o delegado, segue a mesma do início: uma divergência entre um grupo criminoso relacionado ao tráfico de drogas e outro ao contrabando.

Caetano explica que a investigação indica o envolvimento de mais de uma pessoa e segue por outros meios enquanto não ficam prontas as perícias em quatro celulares apreendidos na casa de um suspeito.

“Nessa situação, é comum que os criminosos se comuniquem. Então, nos telefones dos envolvidos é possível que haja informaçãoes como fotos, áudios e chamadas que ajudem a esclarecer o que realmente aconteceu”, diz o delegado.

Segundo ele, o prazo para conclusão das perícias seria de 30 dias, mas há uma fila de espera no Instituto de Criminalística em Curtiba. Em julho, as perícias do caso estavam na posição 6.111. Em setembro, estão na 6.068. Não há prazo para a conclusão.

“A demora não está impedindo que a investigação continue. Estamos avançando de maneira satisfatória e a vinda das perícias vai ajudar bastante”, afirma Caetano.

Relembre o caso

A Miss Altônia Bruna Zucco, de 21 anos, foi vista pela última vez na madrugada de 22 de março, depois de sair da faculdade.

Na manhã de 22 de março, dois corpos foram encontrados carbonizados em uma picape em uma estrada rural do município.

Desde o início das investigações a polícia trabalhava com a hipótese de que os corpos encontrados queimados eram de Bruna e do empresário, que tinha desaparecido no mesmo dia.

O irmão de Feitosa já havia reconhecido o carro e uma caixa de ferramentas que estava na caçamba do veículo. Exames de DNA comprovaram que os corpos eram deles.

Em entrevista ao G1, dois dias após o desaparecimento de Bruna, a avó de Bruna, Agda de Lima Segantin, disse que a família acreditava que a estudante está viva.

Os moradores de Altônia relataram o clima tenso na cidade após os crimes, e disseram que esperavam que uma solução rápida.

Fonte: G1 Paraná.

Compartilhar