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DNA confirma que corpos encontrados carbonizados são de Miss Altônia e de empresário, diz polícia

DNA confirma que corpos encontrados carbonizados são de Miss Altônia e de empresário, diz polícia

Exames de DNA comprovaram que os corpos encontrados carbonizados em Altônia, no noroeste do Paraná, são da miss Bruna Zucco, de 21 anos, e do empresário Valdir Brito Feitosa, de 34 anos, segundo a Polícia Civil.

Eles estavam desaparecidos desde 22 de março, mesma data em que dois corpos foram encontrados queimados na caçamba de uma picape na área rural da cidade. A polícia trabalhava com a principal suspeita de que os corpos eram da estudantes e do empresário.

O material genético foi coletado pelas famílias dos desaparecidos em 23 de março e a previsão era de que o exame ficasse prontro entre 30 e 60 dias. Mas o resultado foi divulgado nesta segunda-feira (9), 17 dias após a coleta do material.

Com a identificação, os corpos, que permanecem do Instituto Médico-Legal (IML) de Umuarama, também no noroeste, já podem ser liberados para o sepultamento.

De acordo com o delegado Izaias Cordeiro de Lima, responsável pelo caso, as famílias de Bruna e de Valdir já foram informadas sobre os resultados dos exames de DNA.

Próximos passos da investigação

A polícia aguarda agora o laudo que vai identificar a causa da morte dos dois. Conforme o delegado, ele deve ficar pronto apenas nesta quinta-feira (12).

“Ele [o exame] só fica pronto após a identificação dos corpos. Então, o exame de necropsia, para identificar as causas da morte, qual foi o instrumento utilizado, se teve perfuração dos ossos ou não, nós só vamos saber quando sair o laudo”, detalhou.

Lima explicou que as investigações continuam sob sigilo, mas que a polícia já tem um suspeito e trabalha com a hipótese de que existem mais pessoas envolvidas no crime.

Mandados de busca e apreensão já foram cumpridos, e telefones celulares foram encaminhados para o Instituto de Criminalística em Curitiba. Para o delegado, o resultado da perícia dos aparelhos pode levar aos autores do crime.

“Através dele [do suspeito] é que nós vamos chegar nos outros”, declarou.

As equipes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) que chegaram a ir até Altônia para ajudar nas investigações já deixaram a cidade, ainda de acordo com o delegado.

Relembre o caso

Desde o início das investigações a polícia trabalhava com a hipótese de que os corpos encontrados queimados eram de Bruna e do empresário Valdir Brito Feitosa, de 34 anos, que tinha desaparecido no mesmo dia.

O irmão de Feitosa já havia reconhecido o carro e uma caixa de ferramentas que estava na caçamba do veículo.

Em entrevista ao G1, dois dias após o desaparecimento de Bruna, a avó de Bruna, Agda de Lima Segantin, disse que a família acreditava que a estudante está viva.

Os moradores de Altônia relataram o clima tenso na cidade após os crimes, e disseram que esperavam que uma solução rápida.

Fonte: G1 Paraná.

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